MUITO BARULHO POR NADA 70'S
Da obra de William Shakespeare
Direção, tradução e adaptação: Eliete Cigaarini

Elenco: Carla Reis, Celina Diaz, Denner Martins, Felipe Godoi, Giovanna Tomaz, Jennifer Paula, João Pedro Martins, Nicolas Turiel, Rodolfo Rodrigues e Vini Zafra.

Figurinos: Bruno Eustáquio

Produção e Realização: ShakeCena Cia de Pesquisa Teatral e Creartes Produções Artísticas Ltda.


A história de Muito Barulho por Nada

A comédia Muito Barulho por Nada, de William Shakespeare, ganha nova vida nesta montagem ambientada nos vibrantes anos 1970 — década marcada pela liberdade, pela música, pela moda ousada e pelas transformações sociais. A história se passa em uma casa de campo, em uma cidade fictícia, onde o clima é de festa e descontração, embalado por trilhas de época, cores psicodélicas, um espírito de rebeldia após terem ultrapassado uma Revolução Civil. No centro da trama estão dois casais muito diferentes: Cláudio e Hero vivem um amor romântico, cheio de idealizações e mal-entendidos, enquanto Benedito e Beatriz travam um duelo verbal inteligente e espirituoso, fingindo desprezo enquanto escondem uma paixão latente. Entre festas, fofocas e armadilhas sentimentais, os personagens se enredam em intrigas que revelam o poder das palavras e das aparências. Quando o vilão John espalha uma calúnia sobre Hero, o amor de Cláudio é posto à prova e o clima de celebração se transforma em confusão e dor. Mas, como toda boa comédia shakespeareana, a verdade vem à tona, os mal-entendidos são desfeitos e o perdão restaura a harmonia — sempre com humor, música e reviravoltas. Nesta adaptação setentista, o enredo ganha novas cores: a leveza e a ousadia da década reforçam o espírito irreverente da peça. As batalhas de palavras viram jogos de sedução ao som de rock, soul e disco music; as festas são cheias de brilho, dança e exagero; e o amor, como na vida e na arte, continua sendo o grande protagonista — um sentimento que atravessa os tempos, entre o drama e a celebração.

otelo

de William Shakespeare
direção de Eliete Cigaarini

TEMPORADA 2025 - de 05 a 27/04

TEMPORADA 2024 - 30/11 a 08/12

ELENCO: Bruno Eustáquio, Eliete Cigaarini, Fabi Alvarez, Felipe Damazzo, Lucas Belmonte, Nicolas Turiel, Patrícia Mollica, Pulga, Rodrigo Monteiro, Selma Lacerda e Wesley Martins.


Otelo, o mouro de Veneza, sob o ponto de vista dos personagens principais da trama: Otelo, Desdemona, Iago, Emília, Rodrigo e Cássio.

"Otelo" é uma história intensa sobre amor, ciúmes e traição, que se passa em Veneza e na ilha de Chipre. O protagonista, Otelo, é um general mouro a serviço da República de Veneza. Ele é respeitado por suas habilidades militares, mas enfrenta preconceitos raciais por ser negro.

O protagonista se casa em segredo com Desdêmona, uma bela e nobre veneziana. No entanto, seu oficial invejoso, Iago, que se sente desprezado por não ter sido promovido, trama uma vingança contra Otelo. Iago manipula a situação para fazê-lo acreditar que Desdêmona o trai com Cassio, um jovem tenente. Com astúcia e mentiras, Iago planta a semente da dúvida na mente de Otelo. O ciúme começa a consumi-lo, levando-o a um estado de desconfiança e raiva.

Ele exige provas da traição e Iago continua a enganá-lo, mostrando um lenço que pertence a Desdêmona como "prova" de sua infidelidade. A tragédia se desenrola à medida que o ciúme e a desconfiança de Otelo o levam a cometer atos terríveis.

Ele acaba assassinando Desdêmona em um acesso de fúria, apenas para descobrir tarde demais que ela era inocente. Devastado pela culpa e pela verdade revelada, Otelo se suicida.

"Otelo" é uma reflexão poderosa sobre a natureza humana e as consequências devastadoras da insegurança e do ciúme. A peça continua sendo relevante até hoje por sua exploração profunda das emoções humanas e dos conflitos interpessoais.

A proposta de uma linguagem “brechtiana”, surge de um dos conceitos de Brecht que diz que a função do teatro é pedagógica.

O que o espectador acompanhará nesse espetáculo serão os atores a defenderem seus personagens por intermédio de um dos textos emblemáticos da obra e cada ator apresenta uma temática associada a uma questão social pela qual seu personagem é vitimado, propondo um debate diretamente ao público, com quebra da quarta parede.

As temáticas sociais são uma constante em toda obra shakespeariana, razão pela qual suas obras são Universais, problemáticas estas das quais o mundo contemporâneo ainda está em processo de transformação.

O espetáculo é resultado de uma oficina de interpretação teatral de três meses de estudos da obra e com base nas metodologias de Bertold Brecht e Constantin Stanislavski. 

Capacidade do Teatro: 60 lugares 

Contagem regressiva para ESTREIA
A COMÉDIA DOS RIOS

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